Na semana passada me indicaram um lugar onde um produtor que cultiva verduras em uma cidade próxima a Joinville vende seus produtos. Tudo fresquinho, bem cuidado, cheiroso e, a julgar pela lesminha que eu encontrei na salsinha, sem uso abusivo de pesticidas e coisas do gênero (pelo que fiquei sabendo, o cultivo dele é orgânico!). É, dá nojinho da lesminha, mas eu encaro isso como um bom sinal. Fazia muito tempo que eu não encontrava rabanetes e beterrabas com folhas! E folhas bonitas! Nada de folhas furadas, murchas e sonsinhas. Folhas viçosas e coloridas. Coisa fofa da vida! No caso dos rabanetes, usei as folhas antes mesmo de usar os frutinhos. Peguei a receita no http://www.lacucinetta.com.br/, trocando o iogurte natural por cream cheese (tinha sobrado de um sushi que eu tinha feito um tempo atrás e eu não ia comprar iogurte só pra isso. Eu não recomendo abstrair o branquinho porque, apesar das folhas de rabanete serem muito saborosas, o gosto é bem forte e o cream cheese (ou iogurte natural ou outra coisa que se use) suave quebra um pouco.
Sopa de Folhas de Rabanete
Ingredientes:
- 1 ramo de folhas de rabanete picado bem pequeno
- meia cebola
- 1 batata pequena
- 1 dente de alho
- 500ml de caldo de legumes (usei 400)
- 150g de iogurte natural ou uns nacos de cream cheese ou o que achar melhor
- 2 colheres de sopa de azeite
- sal e pimenta-do-reino
Lave bem as folhas de rabanete (como eu fiquei neurótica com lesminha, inspecionei uma a uma hahaha), corte a batata e cebola em cubinhos e pique o alho amassado. Aqueça o azeite em uma panela pequena e refogue alho e cebola até dourar. Acrescente as folhas de rabanete e um pouco de sal e mexa bem. Cozinhe até as folhas murcharem um pouquinho e junte a batata e o caldo e leve à fervura. Abaixe o fogo e deixe ferver por 15-20minutos. Bata em um liquidificador ou com um mixer e volte à panela para reaquecer. Acerte o tempero com sal e pimenta. Distribua nos pratos e disponha generosamente o iogurte ou cream cheese no meio do prato.
sim, a foto eu tirei no chão porque era onde a luz tava melhor hahahah tosca :)
domingo, 28 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Nózinho de Coco da Manequim
É da Manequim mas não é light não, fia. É da revista Manequim :P der..
Durante aquela limpa que fizemos nas folhas soltas de receitas antigas da minha mãe achei uma página cortada da revista Manequim com algumas receitas de pão. A revista é de moda e a página estava fotocopiada, ou seja, nem dá pra ver a foto do tal do pãozinho direito pra saber se é apetitoso ou não. Potencialmente um fracasso, até porque eu sempre achava que receita de pão que não sova milhares de horas, deixa crescer mais uns milênios, modela e cresce mais um zilhão de novo não era de verdade. Mas eu tava afim de testar um pãozinho e o fermento estava pra vencer. Para minha surpresa, a receita super rápida (quando comparamos pães) deu super certo! Na próxima vez já farei algumas adaptações (tipo substituir óleo por manteiga, eu acho que vai ficar mais gostoso), mas assim dá super conta do recado.
Nózinho de Coco
Massa:
- 2 tabletes de fermento biológico
- 1 copo de leite morno (usei leite de coco)
- 5 colheres de sopa de açucar
- 1 colher de chá de sal
- 1 copo americano de óleo
- 5 ovos inteiros
- 1 kg de farinha de trigo
Calda:
- 2 xícaras de açúcar
- 1 xícara de água
- 1 xícara de coco ralado
Misture os ingredientes da massa (a consistência é meio mole e gordurosa mesmo). Coloque-a em um saco plástico fechado e deixe crescer por 30 minutos (é só abafar, na verdade). Modele os pãezinhos, fazendo uma cobrinha e dando um nó. Coloque na forma sem untar e deixe dobrar de volume. Asse até dourar a 200 graus. Misture os ingredientes da calda e passe ela nos pãezinhos ainda quentes
Eu conseguí 47 pãezinhos com uma receita inteira e acho que dificilmente um cheirinho bate o do pão assando no forno..Hmm..
Durante aquela limpa que fizemos nas folhas soltas de receitas antigas da minha mãe achei uma página cortada da revista Manequim com algumas receitas de pão. A revista é de moda e a página estava fotocopiada, ou seja, nem dá pra ver a foto do tal do pãozinho direito pra saber se é apetitoso ou não. Potencialmente um fracasso, até porque eu sempre achava que receita de pão que não sova milhares de horas, deixa crescer mais uns milênios, modela e cresce mais um zilhão de novo não era de verdade. Mas eu tava afim de testar um pãozinho e o fermento estava pra vencer. Para minha surpresa, a receita super rápida (quando comparamos pães) deu super certo! Na próxima vez já farei algumas adaptações (tipo substituir óleo por manteiga, eu acho que vai ficar mais gostoso), mas assim dá super conta do recado.
Nózinho de Coco
Massa:
- 2 tabletes de fermento biológico
- 1 copo de leite morno (usei leite de coco)
- 5 colheres de sopa de açucar
- 1 colher de chá de sal
- 1 copo americano de óleo
- 5 ovos inteiros
- 1 kg de farinha de trigo
Calda:
- 2 xícaras de açúcar
- 1 xícara de água
- 1 xícara de coco ralado
Misture os ingredientes da massa (a consistência é meio mole e gordurosa mesmo). Coloque-a em um saco plástico fechado e deixe crescer por 30 minutos (é só abafar, na verdade). Modele os pãezinhos, fazendo uma cobrinha e dando um nó. Coloque na forma sem untar e deixe dobrar de volume. Asse até dourar a 200 graus. Misture os ingredientes da calda e passe ela nos pãezinhos ainda quentes
Eu conseguí 47 pãezinhos com uma receita inteira e acho que dificilmente um cheirinho bate o do pão assando no forno..Hmm..
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Risoto com Cogumelo Assado e Salsa
Que relapsa! Fazem quase duas semanas que eu fiz essa receita e esquecí (ou melhor, fiquei me enrolando) de posta-la. Eu sempre olhava aqueles cogumelos frescos, bonitinhos e misteriosos (e caros) nas gôndolas do mercado. Que será que faz com isso: Um belo dia no Angeloni eu vi que um dos tipos dos cogumelos bonitinhos estava com um preço razoável (se é que se pode chamar de 6 reais por 200g disso). Apesar de ser meio esquisitinho, até que tinha um charme (além do preço). Comprei a bandejinha e corrí pra minha biblioteca mais confiável de receitas. Sim, isso exclui a Dona Benta visto que o índice de sucesso desse livro é baixíssimo. Encontrei uma receita de risoto no livro do Jamie Oliver na Itália. Apesar de frequentemente adaptar as receitas dele, geralmente dão certo! E neste livro todas as receitas tem foto. Adoro fotos. Gosto de saber como o prato deveria ficar (talvez para eu ter certeza que deu errado mesmo hahahaha). Enfim, eu curtí muito o resultado apesar do aspecto não tão simpático do cogumelo baratinho, ter faltado um pouco de salsinho e com certeza vou tentar fazer a receita com outra variedade do fungo.
Risoto Com Cogumelo Assado e Salsa
- 200g de cogumelos frescos lavados e rasgados
- azeite de oliva
- sal e pimenta-do-reino
- 1 dente de alho
- 1 punhado pequeno de tomilho
- 2 colheres de sopa de manteiga
- 1 punhado pequeno de salsinha fresca picado finamente
- 1 limão
- 1,1L de caldo de legumes
- 1 cebola picada finamente
- 400g de arroz arbóreo
- 2 taças de vinho branco seco
- parmesão ralado
Preaqueça o forno a 200 graus e comece a preparar o risoto.
Esquente o caldo. Em uma panela separada, aqueça 2 colheres de sopa de azeite de oliva. Adicione a cebola e o alho e cozinhe lentamente, sem deixar a cebola dourar. Quando os vegetais estiverem tenros, acrescente o arroz e aumente o fogo. Mexa enquanto o arroz frita até ele ficar translúcido. Adicione o vinho, sem parar de mexer. Qualquer sabor forte de álcool irá evaporar.
Quando o vinho for absorvido pelo arroz, acrescente a primeira concha de caldo quente e uma boa pitada de sal. Abaixe o fogo para o arroz não cozinhar muito rápido. Adicione o caldo concha a concha, esperando que cada uma seja absorvida antes de despejar a próxima e mexendo cada vez que adicionar. Adicione o caldo até o arroz cozinhar.
Enquanto o arroz cozinha, aqueça uma frigideira em fogo médio e coloque um pouco do azeite de oliva. Frite os cogumelos por um ou dois minutos ou até eles começarem a dourar e tempere com sal e pimenta. Adicione o alho, tomilho, manteiga (1 colher de sopa) e misture tudo. Acomode a frigideira no forno preaquecido e asse os cogumelos por 6 minutos ou até ficarem completamente cozidos.
Quando o arroz já estiver cozido, acrescente 1 colher de sopa de manteiga, parmesão e salsinha. Pique um pouquinho metade dos cogumelos e junte ao risoto, adicionado uma espremida de suco de limão. Tampe e aguarde uns 3 minutos. Divida o risoto entre os pratos e polvilhe com cogumelos restantes.
Quase esquecí que além de ser a primeira vez que usava cogumelos frescos também debutava na minha cozinha o tomilho fresco! Este eu peguei direto do potinho que eu tenho plantado na sacada.
Risoto Com Cogumelo Assado e Salsa
- 200g de cogumelos frescos lavados e rasgados
- azeite de oliva
- sal e pimenta-do-reino
- 1 dente de alho
- 1 punhado pequeno de tomilho
- 2 colheres de sopa de manteiga
- 1 punhado pequeno de salsinha fresca picado finamente
- 1 limão
- 1,1L de caldo de legumes
- 1 cebola picada finamente
- 400g de arroz arbóreo
- 2 taças de vinho branco seco
- parmesão ralado
Preaqueça o forno a 200 graus e comece a preparar o risoto.
Esquente o caldo. Em uma panela separada, aqueça 2 colheres de sopa de azeite de oliva. Adicione a cebola e o alho e cozinhe lentamente, sem deixar a cebola dourar. Quando os vegetais estiverem tenros, acrescente o arroz e aumente o fogo. Mexa enquanto o arroz frita até ele ficar translúcido. Adicione o vinho, sem parar de mexer. Qualquer sabor forte de álcool irá evaporar.
Quando o vinho for absorvido pelo arroz, acrescente a primeira concha de caldo quente e uma boa pitada de sal. Abaixe o fogo para o arroz não cozinhar muito rápido. Adicione o caldo concha a concha, esperando que cada uma seja absorvida antes de despejar a próxima e mexendo cada vez que adicionar. Adicione o caldo até o arroz cozinhar.
Enquanto o arroz cozinha, aqueça uma frigideira em fogo médio e coloque um pouco do azeite de oliva. Frite os cogumelos por um ou dois minutos ou até eles começarem a dourar e tempere com sal e pimenta. Adicione o alho, tomilho, manteiga (1 colher de sopa) e misture tudo. Acomode a frigideira no forno preaquecido e asse os cogumelos por 6 minutos ou até ficarem completamente cozidos.
Quando o arroz já estiver cozido, acrescente 1 colher de sopa de manteiga, parmesão e salsinha. Pique um pouquinho metade dos cogumelos e junte ao risoto, adicionado uma espremida de suco de limão. Tampe e aguarde uns 3 minutos. Divida o risoto entre os pratos e polvilhe com cogumelos restantes.
Quase esquecí que além de ser a primeira vez que usava cogumelos frescos também debutava na minha cozinha o tomilho fresco! Este eu peguei direto do potinho que eu tenho plantado na sacada.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Dia dos Pais Duplo e Torta Alemã
Mais do que o dia dos pais ontem foi o aniversário do meu pai! Além do tradicional bolo de aniversário, fizemos uma torta alemã para sobremesa. Eu sempre achei que fosse uma receita complicada, com muito tempo de espera para dar consistência, ponto específico na batedeira, ingredientes caros etc. Ledo engano. É uma receita super simples. Uma batedeira resolve tudo.
Essa que fizemos foi anotada por uma amiga da minha mãe. Eu tenho outra (anotada em algum lugar...) que é similar e não vai ao freezer, mas igualmente saborosa. Alguém vai olhar o segundo ingrediente e esbravejar: "heresia! absurdo! margarina ao invés de manteiga!" na maioria das vezes eu prezo pela utilização da manteiga mas, nesse caso, a margarina deu conta do recado.
TORTA ALEMÃ
- 200g de bolacha maisena
- 250g de margarina sem sal
- 2 xícaras de açúcar
- 3 gemas
- 2 latas de creme de leite sem soro (guarde o soro para molhar as bolachas)
Bata a margarina, o açúcar e as gemas na batedeira por 15 minutos. Acrescente o creme de leite e misture sem bater.
Forre fundo e laterais de uma forma redonda de fundo removível (25cm de diâmetro, mais ou menos) com papel alumínio, deixando o lado brilhante para dentro. Misture o soro do creme de leite com leite e molhe as bolachas, dispondo-as primeiramente nas laterais e depois no fundo. Intercale camadas de creme e bolacha, finalizando com a camada de bolachas. Cubra a fôrma com papel alumínio, apertando as laterais com elástico para que ele não solte. Leve-a ao freezer por uma noite.
Cobertura:
- 2 xícaras de leite
- 6 colheres de sopa de chocolate em pó
- 1 colher de sopa de margarina
- 1 xícara de açúcar
Cozinhe até engrossar por 15 minutos, até formar uma calda. Aguarde uns 3 minutinhos e cubra a torta já "desmoldada". Retorne à geladeira até a hora de servir.
Beijo especial para o meu papito, que a partir de ontem está velhinho. Te amo, pai!
Essa que fizemos foi anotada por uma amiga da minha mãe. Eu tenho outra (anotada em algum lugar...) que é similar e não vai ao freezer, mas igualmente saborosa. Alguém vai olhar o segundo ingrediente e esbravejar: "heresia! absurdo! margarina ao invés de manteiga!" na maioria das vezes eu prezo pela utilização da manteiga mas, nesse caso, a margarina deu conta do recado.
TORTA ALEMÃ
- 200g de bolacha maisena
- 250g de margarina sem sal
- 2 xícaras de açúcar
- 3 gemas
- 2 latas de creme de leite sem soro (guarde o soro para molhar as bolachas)
Bata a margarina, o açúcar e as gemas na batedeira por 15 minutos. Acrescente o creme de leite e misture sem bater.
Forre fundo e laterais de uma forma redonda de fundo removível (25cm de diâmetro, mais ou menos) com papel alumínio, deixando o lado brilhante para dentro. Misture o soro do creme de leite com leite e molhe as bolachas, dispondo-as primeiramente nas laterais e depois no fundo. Intercale camadas de creme e bolacha, finalizando com a camada de bolachas. Cubra a fôrma com papel alumínio, apertando as laterais com elástico para que ele não solte. Leve-a ao freezer por uma noite.
Cobertura:
- 2 xícaras de leite
- 6 colheres de sopa de chocolate em pó
- 1 colher de sopa de margarina
- 1 xícara de açúcar
Cozinhe até engrossar por 15 minutos, até formar uma calda. Aguarde uns 3 minutinhos e cubra a torta já "desmoldada". Retorne à geladeira até a hora de servir.
Beijo especial para o meu papito, que a partir de ontem está velhinho. Te amo, pai!
domingo, 7 de agosto de 2011
Abobrinha com hortelã e castanha-de-caju
Uma abobrinha estava tentando passar do ponto na minha geladeira e eu estava sem inspiração para a coitada. Em busca de salvação para a pobrezinha procurei uma receita sem muita complicação e achei no blog http://www.trembom.com/. A moça do blog diz que trocou as amêndoas originais da receita por castanhas-de-caju. Eu seguí a sugestão dela, até porque avelãs são bem caras e encontrei castanhas-de-caju em pacotes de 30g no mercado por um preço mais amigo (e era a quantidade que eu precisava, então não corria o risco de atravessar mais x gramas de castanha estômago abaixo). Embora eu tenha gostado bastante da versão com castanhas eu serei atrevida da próxima vez e usarei amendoins, principalmente se não tiver estes ingredientes mais caros em casa. Minha mãe deve estar orgulhosa de mim agora, ela sempre opta pelos substitutos mais baratos hahahah.
Importante desta receita é cortar a abobrinha em palitinhos pequenos mesmo e não deixar a castanha dourar demais, senão pode acontecer como aconteceu no meu prato onde as castanhas ficaram meio tostadinhas demais. hunf!
Abobrinha com hortelã e castanha-de-caju.
-500g de abobrinha cortada em palitinhos
- 25g de castanha-de-caju cortadas ao meio
- 1 colher de sopa de folhas de hortelã rasgadas
- 2 colheres de sopa de azeite de oliva
- sal e pimenta-do-reino a gosto
Em um frigideira coloque o óleo e doure levemente as castanhas. Acrescente a abobrinha e mexa bem - eu fiz tudo em fogo baixo. Quando estiverem levemente cozidas, junte a hortelã e os temperos, misture rapidamente e apague o fogo. Sirva imediatamente.
Importante desta receita é cortar a abobrinha em palitinhos pequenos mesmo e não deixar a castanha dourar demais, senão pode acontecer como aconteceu no meu prato onde as castanhas ficaram meio tostadinhas demais. hunf!
Abobrinha com hortelã e castanha-de-caju.
-500g de abobrinha cortada em palitinhos
- 25g de castanha-de-caju cortadas ao meio
- 1 colher de sopa de folhas de hortelã rasgadas
- 2 colheres de sopa de azeite de oliva
- sal e pimenta-do-reino a gosto
Em um frigideira coloque o óleo e doure levemente as castanhas. Acrescente a abobrinha e mexa bem - eu fiz tudo em fogo baixo. Quando estiverem levemente cozidas, junte a hortelã e os temperos, misture rapidamente e apague o fogo. Sirva imediatamente.
sábado, 6 de agosto de 2011
Alguns dos meus nenês: o tomateiro e a pimenteira
Estou muy orgulhosa das minhas plantinhas! Apesar do frio, vento e sede (as vezes esqueço de molha-las, vejo só quando as folhas estão murchinhas) elas estão superando as minhas espectativas! Na verdade acho que o meu descuido com elas faz com que fiquem até mais fortes hahaha Elas sabem vez ou outra esquecerei de cuida-las mas que devem se manter firmes para sobreviver. Sem mimos, tipo seleção natural onde só os fortes sobrevivem.
O tomateiro eu ganhei da minha mãe. A muda veio da casa da minha vó no mesmo vasinho (minúsculo) de um rosmarim, que também tem se mantido vivo e saudável apesar de eu não ligar muito pra ele porque não tenho onde usa-lo até o momento. Em poucas semanas o tomateiro dominava o vaso e quase afogava a coleguinha ao lado. Cresceu muito. Comprei um recipiente maior para ele e terra (acho que é humus o nome daquilo, terra de minhoca). Fiz o transplante e ele espichou ainda mais. Notei que depois de um tempo ele começou a ficar meio tortinho e minha mãe disse que precisaria colocar uma varinha para os galhos se apoiarem. No terreno do prédio achei um toco de cabo de vassoura velho, finquei (existe isso:) e amarrei alguns galhos no pedaço de cabo com um araminho de varal que tinha arrebentado. Sim, completamente porco e tosco mas a plantinha sabe que não deveria esperar nada diferente de mim que nem cuido dela direito. Apesar de toda maltrapilhice (outra palavra que eu acho que acabei de inventar! hahaha) o tomateiro está dando frutinhos e eles estão lindinhos! Sim! Muito mais do que sobreviver o tomateiro está produtivo! Tenho quase dó de arrancar os tomatinhos de tão fofos.
A pimenteira eu comprei em uma loja de flores e jardinagem aqui em Jlle. Ela já tinha algumas pimentinhas e botõezinhos indicando uma nova safra de frutos mas cresceram e brotaram muitos mais do que eu esperava. Considero ela até mais forte do que o tomateiro porque eu só lembro de molha-la quando o tomateiro está murchinho. Ou seja, ela nem murcha as folhas! Continua linda e viva sem que eu precise tocar uma gota d´água nela. Totalmente independente. Ao contrário dos tomates, eu já provei as pimentinhas. Fiquei um pouco receosa porque eu não estou muito acostumada com frutinhos de pimenta assim, uso mais as sementinhas pequenininhas (pimenta-jamaica e pimenta-rosa) e a pimenta-do-reino em pó. Nem sabia como fazia pra usar. Tinha que cozinhar: Moer: Picar: Tem que usar luva: (sim, os dois pontos são pontos de interrogação porque depois de dois anos com esse notebook eu ainda não achei esta tecla nem a mágica para o ponto aparecer). Então eu lavei a pimentinha, cortei na metade e tirei as sementinhas. Piquei bem picadinha e coloquei em um refogado de legumes (era o que estava pronto na hora). Não ficou forte e deu uma leve ardidinha no prato. Gostei! Tá na lista dos "orgulhos da mamãe!" :D
Coisinha fofa da mamãe cuti-cuti!!
Sim, deveriam ser receitas mãããs minhas plantinhas me deixaram muito feliz neste sábado de sol e eu fiquei a fim de mostra-las. Estão mais bonitas do que eu tenho cozinhado ultimamente hahahahha
;)
O tomateiro eu ganhei da minha mãe. A muda veio da casa da minha vó no mesmo vasinho (minúsculo) de um rosmarim, que também tem se mantido vivo e saudável apesar de eu não ligar muito pra ele porque não tenho onde usa-lo até o momento. Em poucas semanas o tomateiro dominava o vaso e quase afogava a coleguinha ao lado. Cresceu muito. Comprei um recipiente maior para ele e terra (acho que é humus o nome daquilo, terra de minhoca). Fiz o transplante e ele espichou ainda mais. Notei que depois de um tempo ele começou a ficar meio tortinho e minha mãe disse que precisaria colocar uma varinha para os galhos se apoiarem. No terreno do prédio achei um toco de cabo de vassoura velho, finquei (existe isso:) e amarrei alguns galhos no pedaço de cabo com um araminho de varal que tinha arrebentado. Sim, completamente porco e tosco mas a plantinha sabe que não deveria esperar nada diferente de mim que nem cuido dela direito. Apesar de toda maltrapilhice (outra palavra que eu acho que acabei de inventar! hahaha) o tomateiro está dando frutinhos e eles estão lindinhos! Sim! Muito mais do que sobreviver o tomateiro está produtivo! Tenho quase dó de arrancar os tomatinhos de tão fofos.
A pimenteira eu comprei em uma loja de flores e jardinagem aqui em Jlle. Ela já tinha algumas pimentinhas e botõezinhos indicando uma nova safra de frutos mas cresceram e brotaram muitos mais do que eu esperava. Considero ela até mais forte do que o tomateiro porque eu só lembro de molha-la quando o tomateiro está murchinho. Ou seja, ela nem murcha as folhas! Continua linda e viva sem que eu precise tocar uma gota d´água nela. Totalmente independente. Ao contrário dos tomates, eu já provei as pimentinhas. Fiquei um pouco receosa porque eu não estou muito acostumada com frutinhos de pimenta assim, uso mais as sementinhas pequenininhas (pimenta-jamaica e pimenta-rosa) e a pimenta-do-reino em pó. Nem sabia como fazia pra usar. Tinha que cozinhar: Moer: Picar: Tem que usar luva: (sim, os dois pontos são pontos de interrogação porque depois de dois anos com esse notebook eu ainda não achei esta tecla nem a mágica para o ponto aparecer). Então eu lavei a pimentinha, cortei na metade e tirei as sementinhas. Piquei bem picadinha e coloquei em um refogado de legumes (era o que estava pronto na hora). Não ficou forte e deu uma leve ardidinha no prato. Gostei! Tá na lista dos "orgulhos da mamãe!" :D
Coisinha fofa da mamãe cuti-cuti!!
Sim, deveriam ser receitas mãããs minhas plantinhas me deixaram muito feliz neste sábado de sol e eu fiquei a fim de mostra-las. Estão mais bonitas do que eu tenho cozinhado ultimamente hahahahha
;)
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Bolo Salgado
Há algum tempo fizemos (ou melhor, fiz) uma limpa no armário de livros e revistas de receitas da minha mãe. Na verdade já deve fazer muito tempo porque agora já está virado no capeta de novo. Neste evento eu passei a limpo para o caderno dela várias receitas que estavam em folhas soltas e já haviam sido testadas e aprovadas. Outras folhas perdidas, com receitas que não foram testadas ou que ela não lembrava, deveriam ter sido jogadas fora mããããs.. como eu acredito no potencial oculto das coisas (a.k.a. guardadora de tralha) peguei essas folhinhas pra mim e guardei numa pastinha! Vez ou outra quando quero testar uma receita nova e recorro à pastinha, muitas vezes com sucesso. Posso até dizer que percentualmente tenho mais sucesso com a pastinha azul do que com o livro da dona Benta. Essa semana não foi diferente, ontem testei uma torta de banana da velhinha citada e o que acontece: fracasso. Hoje testei uma receita da pastinha azul (pela letra é receita da minha vó, aí também é covardia com a velha Benta) que deu super certo. Achei que seria mais uma receitinha mequetrefe de torta de liquidificador batumada mas ela me surpreendeu positivamente! A massa é bem fofinha.
Bolo Salgado
- 2 xícaras de farinha de trigo (usei 1 de farinha branca e 1 de farinha integral)
- 1 xícara menos 1 dedo de óleo (entendeu, né: uma xícara mal enchida)
- 1 xícara de leite (usei leite de soja, nem se nota)
- 1 colher de sopa de fermento em pó
- 1 pitada de sal
- 1 xícara de queijo ralado (não compre o mais barato, o gosto é presente na massa e os baratinhos tem gosto de chulé)
- 3 ovos inteiros.
Preaqueça o forno a 180 graus. Unte e enfarinhe uma fôrma pequena (usei um refratário de 16x26x7cm). Bata no liquidificador os ingredientes da massa, colocando a farinha por último (os liquidificadores mais fracos podem "se sensibilizar"). Deposite metade da massa na fôrma, coloque o recheio e cubra com o restante da massa. Asse até o topo ficar bem douradinho e o palito sair seco da massa.
Recheio: o que tiver na geladeira. Pode ser frango, salsicha, carne moída, etc. No meu caso, refoguei uma cebola pequena com 1 dente de alho e acrescentei picadinho bem pequeno: cenoura, brócolis, chuchu*, abobrinha paulista e vagem. Depois de cozidos temperei com sal, pimenta-do-reino, cebolinha e salsinha. Cobrí com uma fatia de queijo mussarela, que ia vencer depois de amanhã.
*dizem que o chuchu é o quarto estado da água (sólido, líquido, gasoso e chuchu) mas como ia apodrecer na geladeira eu coloquei.
Bolo Salgado
- 2 xícaras de farinha de trigo (usei 1 de farinha branca e 1 de farinha integral)
- 1 xícara menos 1 dedo de óleo (entendeu, né: uma xícara mal enchida)
- 1 xícara de leite (usei leite de soja, nem se nota)
- 1 colher de sopa de fermento em pó
- 1 pitada de sal
- 1 xícara de queijo ralado (não compre o mais barato, o gosto é presente na massa e os baratinhos tem gosto de chulé)
- 3 ovos inteiros.
Preaqueça o forno a 180 graus. Unte e enfarinhe uma fôrma pequena (usei um refratário de 16x26x7cm). Bata no liquidificador os ingredientes da massa, colocando a farinha por último (os liquidificadores mais fracos podem "se sensibilizar"). Deposite metade da massa na fôrma, coloque o recheio e cubra com o restante da massa. Asse até o topo ficar bem douradinho e o palito sair seco da massa.
Recheio: o que tiver na geladeira. Pode ser frango, salsicha, carne moída, etc. No meu caso, refoguei uma cebola pequena com 1 dente de alho e acrescentei picadinho bem pequeno: cenoura, brócolis, chuchu*, abobrinha paulista e vagem. Depois de cozidos temperei com sal, pimenta-do-reino, cebolinha e salsinha. Cobrí com uma fatia de queijo mussarela, que ia vencer depois de amanhã.
*dizem que o chuchu é o quarto estado da água (sólido, líquido, gasoso e chuchu) mas como ia apodrecer na geladeira eu coloquei.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Bolo Junino
Era uma vez uma menina (olha eu sendo generosa comigo mesma hahahaha) destrambelhada e preguiçosa que estava com o computador na cama, com o respectivo modem plugado, quando sua cachorra (co-proprietária do blog) inicia um choramingo dolorosa por conta do gato que ela enxerga do outro lado da rua. Assustada com o pranto repentino, Dona Lígia salta da cama para investigar o motivo da lamentação. Obviamente não se lembra do computador em seu colo e ele cai da cama, garantindo que todos os vizinhos sejam acordados (senão pela cachorra, pela dona). Felizmente todos sobreviveram, com exceção de uma das portas USB que está em coma e do modem 3G que apresenta sequelas (ainda está torto pela queda). Enfim, perdí uma das portas USB porque o modem amassou-a. A outra está arregaçada (a que continha o modem) e a última ,atualmente acompanhada pelo modem, funciona perfeitamente bem. Logo, falta uma porta USB decente quando eu preciso estar conectada e baixando fotos da máquina.
Para minha alegria, dona Miriam (minha mãe) e eu tiramos foto do bolo que fizemos no final de semana. Eu ia colocar uma receita de sopa de abóbora, mas fica para o dia que eu passar as fotos para o computador.
A origem deste bolo é o caderno de receitas mais velho que a minha mãe tem, onde ainda se media leite em garrafas hahahaha "meia garrafa de leite".
é..precisamos melhorar as fotos..
Bolo Junino
Massa: (é um pão de ló com amendoim, qualquer receita serve mas nós usamos esta)
- 4 ovos (claras e gemas separadas)
- 2 xícaras de açúcar
- 2 xícaras de farinha de trigo
- 8 colheres de sopa de água quente
- 1 colher de sopa de fermento em pó
- meia xícara de amendoim torrado e triturado
Recheio e Cobertura
- 200g de manteiga sem sal
- 1 lata de leite condensado
- meia xícara de amendoim torrado e triturado
Preaqueça o forno a 180graus, unte e enfarinhe uma fôrma redonda pequena (eu sei, é relativo mas não estou com a fôrma aqui para medir..deve dar uns 21cm de diâmetro).
Bata as claras em neve e, uma a uma, adicione as gemas. Acrescente o açúcar e depois a água. Pouco a pouco, junte a farinha de trigo e depois o amendoim. Por último coloque o fermento, mexa um pouco e despeje a mistura na fôrma. Asse até o palito sair limpo do bolo (foram bem uns 50 minutos, mas o forno da minha mãe já não é base > muito velho).
Cobertura e recheio: Bata a manteiga na batedeira e adicione o leite condensado "aos fios". A mistura deve ficar fofa e uniforme.
Depois que o bolo estiver frio, corte ao meio e molhe (minha mãe não molhou, mas eu acho que faltou.. leite de coco deve ficar muito bom). Coloque o creme do recheio e salpique amendoim triturado. Cubra com a outra parte do bolo e finalize com o que sobrou da cobertura.
A receita original pedia um recheio fazendo um brigadeiro mole de leite condensado com meia xícara de amendoim e a cobertura com esse lance de manteiga. Eu e a minha mãe quisemos simplificar mas eu acho que a versão original (com o recheio e cobertura diferentes) deve ficar melhor. Nós é que inventamos moda pra não ficar gordo demais hahahah ok, próxima vez tem cobertura, recheio e...salada nos próximos 4 dias
Para minha alegria, dona Miriam (minha mãe) e eu tiramos foto do bolo que fizemos no final de semana. Eu ia colocar uma receita de sopa de abóbora, mas fica para o dia que eu passar as fotos para o computador.
A origem deste bolo é o caderno de receitas mais velho que a minha mãe tem, onde ainda se media leite em garrafas hahahaha "meia garrafa de leite".
é..precisamos melhorar as fotos..
Bolo Junino
Massa: (é um pão de ló com amendoim, qualquer receita serve mas nós usamos esta)
- 4 ovos (claras e gemas separadas)
- 2 xícaras de açúcar
- 2 xícaras de farinha de trigo
- 8 colheres de sopa de água quente
- 1 colher de sopa de fermento em pó
- meia xícara de amendoim torrado e triturado
Recheio e Cobertura
- 200g de manteiga sem sal
- 1 lata de leite condensado
- meia xícara de amendoim torrado e triturado
Preaqueça o forno a 180graus, unte e enfarinhe uma fôrma redonda pequena (eu sei, é relativo mas não estou com a fôrma aqui para medir..deve dar uns 21cm de diâmetro).
Bata as claras em neve e, uma a uma, adicione as gemas. Acrescente o açúcar e depois a água. Pouco a pouco, junte a farinha de trigo e depois o amendoim. Por último coloque o fermento, mexa um pouco e despeje a mistura na fôrma. Asse até o palito sair limpo do bolo (foram bem uns 50 minutos, mas o forno da minha mãe já não é base > muito velho).
Cobertura e recheio: Bata a manteiga na batedeira e adicione o leite condensado "aos fios". A mistura deve ficar fofa e uniforme.
Depois que o bolo estiver frio, corte ao meio e molhe (minha mãe não molhou, mas eu acho que faltou.. leite de coco deve ficar muito bom). Coloque o creme do recheio e salpique amendoim triturado. Cubra com a outra parte do bolo e finalize com o que sobrou da cobertura.
A receita original pedia um recheio fazendo um brigadeiro mole de leite condensado com meia xícara de amendoim e a cobertura com esse lance de manteiga. Eu e a minha mãe quisemos simplificar mas eu acho que a versão original (com o recheio e cobertura diferentes) deve ficar melhor. Nós é que inventamos moda pra não ficar gordo demais hahahah ok, próxima vez tem cobertura, recheio e...salada nos próximos 4 dias
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